Manos, meu plano 'B' em saídas solitárias.
Olhe, olhe lá, é a consubstanciação da cristalização do pleonasmo concretizado de nada a declarar sem a devida incerteza
segunda-feira, 30 de março de 2015
domingo, 29 de março de 2015
Desabafo de quem foi ao DETRAN
Olha, eu juro que eu respiro fundo ao lembrar de detran. Eu me sinto um fantoche do sistema todas as vezes que infelizmente tenho que me submeter a isso que eles debocham chamando de atendimento. A última vez que fui deixou claro o quanto somos menosprezados pelos órgãos públicos, a burocracia é a porta da malandragem, das pequenas corrupções que se tornaram epidemia por essas terras.
Eu cheguei nessa desgraça as 8:40, (é claro que esperei passar dos três meses, portanto da experiência no meu trabalho, porque você recém-contratado ter quer ficar 3 horas ausente, pq eu já imaginava, pega mal, isso que meu trabalho fica 5 minutos de distância) e só saí as 10:35hs.
Lá dentro eu passei por 5 lugares até que finalmente um atendente sabia realmente o que foi fazer lá, me ajudou, mas já chego lá no fim da história, ou não kkk. No 1°atendimento, um desgraçado me fez ir na última sala (estou resumindo), lá esperei, tomei 1 chá de cadeira sem açúcar, e ao ser atendido pelo aprendiz, este queria que eu fosse ao SETRAN (!), respirei fundo, e disse calmamente(sim, pq se vc levantar a voz, aí é que a pessoa te prejudica)que estava seguro q não devia ir lá. Enfim, depois que o 1° me 'atendeu', me dispensou e tive que esperar nas cadeiras, peguei outra senha, tomei outro chá, cortei os pulsos e vi aquele monte de computador inutilizado. Quando chegou minha vez, eu estava sofrendo por antecipação, imaginando alguém preguiçoso ou que fosse fazer algum procedimento errado me atender, e, não deu outra, um lixo de uma mulher 'me atendeu', estava mais perdida que surdo em jogo de bingo, e ficou solicitando ajuda de uma moça, mas esta não a atendeu de maneira suficientemente esclarecedora, aí essa vagabunda, me entregou os papéis e disse para eu ir em outro lugar ali dentro e falar com uma fulana.
No meu pensamento eu já tinha dado duas voadoras nessa vaca, mas fui até lá, chegando lá ̶s̶ó̶ ̶t̶i̶n̶h̶a̶ ̶m̶a̶c̶o̶n̶h̶a̶ ̶ kkk, adivinha, recusei o chá de cadeira, esperei (para variar), e ao ser atendido, evidentemente que a moça me orientou a voltar no mesmo lugar, pq era lá que o meu caso tinha que ser resolvido, e ainda disse que a funcionária me atendeu ̶i̶g̶u̶a̶l̶ ̶a̶ ̶b̶u̶n̶d̶a̶ nas coxas, e só queria me dispersar. Voltei lá naquela 'veia', e falei: 'Veia, a moça falou que era com a senhora mesmo. Ela me mandou aguardar.
Nisso eu reparei outra conduta que só gera atraso e aborrecimentos, mas dessa vez causada por quem está do outro lado da mesa, os atendidos. Uma mulher com uma mão no celular, e a senhora entregando a ela seus papéis dizendo o valor a ser pago, esta atendida, não se deu o trabalho de olhar para ninguém, já perguntou com aquela voz de cabra: 'Onde que eu pago?' 'Quanto eu p-a-g-o?', Até quando eu p-a-g-o?' A senhora já a dispensou dizendo e apontando no papel onde constava valores e datas, e disse para a quenga que era ali mesmo no banco, pq há um BB (com 1 operador de caixa, que quando sai para almoçar te deixa a ver navios). Aí eu ainda fitei essa idiota, pois ela não foi na fila do banco, e foi perturbar outra atendente, de certo para perguntar a mesma coisa, pois qdo a senhora lhe explicava ela ficava vendo f̶i̶l̶m̶e̶s̶ ̶p̶o̶r̶n̶ô̶s̶ ̶ conteúdos irrelevantes no whatsapp. Enfim, me atendeu outra vez, me pediu os papéis originais, eu insisti para que levasse as cópias, pq já temia que ela fosse ̶e̶n̶f̶i̶á̶-̶l̶o̶s̶ ̶n̶o̶ ̶r̶a̶b̶o̶ ̶ perdê-los, mas não teve conversa, entreguei os originais morrendo de medo de todo o meu esforço ser em vão.
Quando ela voltou me disse que não sabia resolver, eu já evoquei uns 3 satanazes e perguntei quem sabia, se alguém sabia, porque até aquele momento eu já tinha virado uma peteca ali dentro. O atendente ao lado me disse que me atenderia, e me atendeu, em menos de 5 minutos ele finalizou, criticou a conduta dessa gente morosa e negligente e ainda me orientou a não entregar vias originais justamente para não sair no prejuízo.
No fim, ele entregou um papel que devia ter uns 2 dedos de comprimento, rasgado na régua com a numeração do meu protocolo. Meo, eu esperei horas para o fim ser esse?! Só tem funcionário mal treinado, e sem a menor vontade de aprender. Eu me senti usado por esse Estado explorador, feliz é o malabarista de trânsito, pq é livre, não passa por essas humilhações, não camela como eu, que trabalho, estudo, no fds, inglês, a noite academia, me estressando, vivendo sem dinheiro, pagando esse monte de tributos, para depois eu ser feito de trouxa. Feliz é o flanelinha, ganha sem tributar, não é incomodado, não é insultado por cliente, nem por autoridade, é livre, cabeça fresca, não vive por agradar ninguém, não é vítima de status. Como eu queria ser desapegado como eles.
Tentarei.
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