quarta-feira, 14 de março de 2018

ENTRANDO EM OUTRA FASE

Hoje cedo antes de iniciar meus afazeres, li em um desses sites que derramam links laterais, e eu movido pela curiosidade sempre me deixo levar e clico, encontrei um poema escrito por Charles Chaplin chamado 'Quando me amei de verdade', na qual em sua 8° estrofe ele alegou atingir a plenitude quando conseguiu desligar-se do passado.

Bem, isso me chamou atenção pq eu percebi que desde 2017 deixei de evocar o passado com minhas nostalgias ao assistir comerciais, filmes, novelas e principalmente ouvir músicas antigas, a qual acreditava que minha felicidade ainda estaria lá. Não sei ao certo se eu me livrei ou apenas camuflei essa característica temporariamente, mas o fato é que atualmente penso muito em meu futuro, motivado pela conclusão da faculdade e pelo fim que infelizmente se aproxima do meu contrato de trabalho, da qual adoro.

Talvez eu até retorne, o que seria um retrocesso, com aquele saudosismo doentio, quando as coisas se ajeitarem, contudo eu vejo que pensar no presente e futuro é muito melhor que viver no passado, pois este me proporcionava agonia e tristeza.

Seguramente já percebi que depois dos meus 25 anos algumas observações e reações sofreram pequenas modificações, inclusive o meu público sexual (!), qual seja, pessoas mais velhas. No entanto, é em meus 27 que sinto como fui atingido por uma avalanche de auto reflexões acerca de mudanças que eu não consigo delinear precisamente, é como se a partir de agora, eu tenho que alterar algumas posturas minhas que até então eu estava completamente cômodo. As vezes é como se uma força externa me forçasse a não viver mais como adolescente, sempre me vi assim. Quando li que esta se estendeu até os 25 anos, eu concordei, pois me enquadrava, agora não mais, não fico mais confortável quando escolho em meu guarda roupa peças da década passada, eu tenho camisetas de quando eu estava com 16 (!), não sei explicar de onde surge esses avisos/ alertas/ desconfortos, é como se eu sentisse que estou em uma fase de transição, assim como também não sei sua origem, talvez a aparência atual esteja enviando 'mensagens' ao meu inconsciente que por sua vez me mostre somente de modo indireto que é hora de mudanças.

Não esperava que tais fenômenos viessem assim, eu estava muito tranquilo. Certa vez, quando entrevistei pelo meu trabalho uma moça um pouco mais velha que eu, da qual me atendeu com o rosto ''amassado'' pelo sofá quando via tv, estava em um emprego ''pouco nobre'', um supermercado, talvez pelo conforto proporcionado pelos pais, pois estes tinham uma boa remuneração e viviam em uma casa confortável. Ali me senti bem, como se minha impressão tivesse me dito, ''olha aí margi, ela tbm se veste e vive como alguém de 16 e está tudo bem, vc tbm está assim, está tudo tranquilo, não tem problema, somos jovens, ninguém se importa, não tem importância, rsrsr. Porém, de repente eu passei a me questionar em certos pontos.

Eu mudo de idade todo mês de junho, e de lá para cá fixei 2 amigos, ambos 5 anos mais jovem que eu, e eles vez ou outra me zombam por essa diferença (como se ela fosse significativa, aliás e se fosse, qual é o problema? Se o diálogo e os gostos se encaixam, não vejo motivo para essa discussão, até pq a rotulagem é só um desserviço, mas enfim).

O fato é que passei por um breve momento de crise existencial a esse respeito, uma vez que logo em seguida me vi desobrigado a mentir minha idade, eu me envelhecia 1 ano (!), por futilidade é claro além de tratar isso como um segredo, também outras pertubações que tornaram-se corriqueiras, como o temor de perder meu pai, de não aprender a executar corretamente meu oficio, pois minha formação acadêmica é ampla e diferente da área que estou, e dessa forma me vejo como se tivesse saído da faculdade do mesmo jeito que ingressei, sem conhecimento, branco como uma folha de sulfite.

Seja lá como for, essas inseguranças até então esconderam minha nostalgia, espero que de modo perpétuo, e quem sabe pelo menos atingi uma virtude das 9 que Chaplin citou em seu referido poema.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Novela Ambição (Cunha de lobos)


'Ambição' foi um estrondoso sucesso no México na segunda metade dos anos 80' a ponto de parar o país, enquanto que no Brasil fez um sucesso mediano (que pena!) em 1991. Foi uma novela diferente da outras novelas mexicanas, pois todos os personagens tiveram vez, não tinham nomes compostos e nem aquelas maquiagens de palhaço e número grande de capítulos, mais de 170! A dublagem aqui alterou os nomes dos personagens a cada episódio, como muda o humor de bipolar, além da própria novela ter tido uma outra abertura (ambas ruins) e seu título, 'Ambição" aqui e 'Cuna de Lobos' lá. Teve muita música massa pra caramba que rolou naquela boatezinha meio chinfrim, legal para um barzinho, mas paia para uma disco.
Como gosto de trama, filme, séries policiais resolvi verificar se era tudo isso mesmo, e gostei tanto que estou aqui falando dela, perdendo uns 30 minutos da minha vida em pleno horário de expediente, rsrs.
A escala será qualificada pelo número de Catarina Creel, a personagem mais emblemática da trama, num nível de 0 a 3, a qual 0 é chatão e 3 é muito amor. 


Começando por:


Alejandro CamachoAlexandre Larios Creel




Quem foi? 
Filho de Catarina, precisava gerar um herdeiro, como sua esposa e ele não poderiam dar a luz (err!) apelou para uma cobaia, no caso Leonora, fez a moça se apaixonar por ele, inclusive era virgem!!! Foi machista, infiel e ambicioso, pelo menos tomou uma surra no desenrolar. 


Avaliação: Interpretou tão bem que desenvolvi até certa antipatia por ele, foi até difícil dar esta nota. Personagem coerente, gostei de sua morte, embora a emissora deveria ter caprichado mais na explosão do avião, parece que a novela foi financiada por turcos.





Rosa María Bianchi Bertha Monteiro / Michelle Albán




Quem foi?
Secretária pessoal da megera, começou pequena na história, não sei se surpreenderam com seu desempenho, mas o fato que a personagem adquiriu uma importância extrema na história a ponto inclusive de não poder mais morrer, e nem perder a vida. Foi a mais perseguida, quase foi carbonizada, quase tomou tiros, quase sofreu acidente de carro quando fugia de outra perseguição! Para se proteger teve que se esconder na cadeia e até se passar por outra pessoa.

Devemos amá-la? Foi bastante simpática, querida, embora poderia pentear aquele cabelo duro de vez em quando, entretanto levará só dois rostos de Catarina uma vez que sua segunda personagem, a Michele Alllban era um tanto sem graça, um pouco forçada, enfim, não ficou perfeita, talvez pela dublagem, embora o cabelo era bacana, usava inclusive lentes de contato.


                                    





Carmen MontejoEsperança




Quem foi?
Madrinha de Leonora, vivia de uma pensão de seu falecido numa casa até bacaninha, só que alugada.
Devido a seus incontáveis problemas de saúde não pôde pagar o aluguel e foi despejada. Foi a primeira a descobrir a armação preparada pelos Larios, ficou tão chocada que sofreu um coágulo no cérebro e passou a viver sobre uma cama sem poder falar ou se mexer por alguns capítulos.

Devemos amá-la?  Não. Chata demais, pessimista, derrotista, antiquada, machista, quadrada, chorona, careta e passou inúmeros capítulos tendo problemas de saúde, financeiros a ponto de dar agonia. Só levará um rosto de Catarina porque seu melhor momento foi quando esteve inválida na cama, lá ela foi incrível quando tentava alertar Leonora através de suas piscadas e expressões faciais. Realmente ali brilhou, presenciava tudo, mas não podia falar, somente demonstrava angústia, medo e perseverança pelo olhar.


                                                                       



Lilia AragónRosa Mendonça



Quem foi? 
Rosália na trama mexicana, Rosa aqui no Brasil, Mendala as vezes, outras era Mendonça, enfim, variava seu sobrenome de acordo com o  humor daquele dia, iniciou como enfermeira contratada por Alexandre para espionar Leonora e dopou a coitada muitas vezes. 
Quando adquiriu mais estabilidade financeira tornou-se administradora chefe de uma clínica de tratamento rejuvenescedor experimental para o público da terceira idade. Cuidou tão bem que carbonizou quase todos a pedido de Catarina, inclusive o seu marido ao descobrir que este arrastava uma asa para a Bertha. Mesmo sendo astuta deixou-se enganar por Catarina e morreu ao ser usada como bode expiatório.

 Avaliação: Foi uma vilã fria igual cerveja boa, bonita mas não atingiu o ápice que poderia, por isso leva 2 Catarinas.   :-)


  



Humberto ElizondoInspetor Norberto Soares



Quem foi:
Investigador (pois não existe 'Inspetor' no Brasil), incumbido de desvendar a série de homicídios, afinal em uma trama com 44 personagens (considerando até aqueles quase figurantes!) morrer mais de 27% do elenco, aonde a novela iria parar desse jeito?!

Devemos amá-lo?
Sim, sim. Ele teve empatia com o público, mas não chegou ao máximo que poderia. Chegou a ser engraçadinho até, ao invés de comer rosquinhas preferia chocolates de primeira (hum, muito bom!). No fim foi mais uma vítima de Catarina, morreu eletrocutado na piscina. A vilã do tapa-olho o jogou lá e empurrou um cortador de grama ligado, (evidentemente né, se não ele não morreria. 'err').



                                 




Magda KarinaLúcia Pereira



Quem foi?
Lol, apareceu na parte final e chegou chegando. Personagem de caráter pouco usado em tramas mexicanas, era feminista, independente, trajava-se de maneira alternativa e transava sem complicar e o melhor, em nenhum momento foi insultada por isso! :-) Outra característica dessa novela que a torna bacana, pois em qualquer outra, a Lucia seria no mínimo uma vilã, pelo menos na época. 

Devemos amá-la? Talvez, teve um curso um pouco surpreso, era muito descolada, até achei que fosse lésbica e que colava o velcro com a Bertha, que era uma solteirona (conclusão, por opção), mas depois engrena um romance com o pau mandado do Maurício. Além disso ouvia Papa don't preach da Madonna quando foi assassinada, inclusive teve a morte mais surpreendente na minha opinião de todos os tempos, nunca imaginei que ela morreria enforcada com o fone de ouvido, hehehe, por essa razão vamos amá-la.


   



Rebecca JonesVilma Gaxiola de Larios



Quem foi? 
Esposa ̶c̶o̶r̶n̶a̶ de Alexandre era estéril e por isso teve que passar por alguns perrengues com a sogra e com sua vítima indireta Leonora.

Devemos amá-la? Talvez. Foi uma personagem mais perdida que a Carla Perez na biblioteca, aliás desde o começo, pois não sabia se pedia o divórcio, depois se aceitava participar do plano, enfim, teve segurança somente quando percebeu que o melhor era sair de perto de Catarina, mas não obteve êxito por relutância do marido em ouví-la, o fato que era uma gracinha!


   



Gonzalo VegaJosé Carlos Larios



Quem foi? 
Enteado de Catarina, foi sua primeira vítima, aliás desde criança, pois cresceu acreditando que fora o responsável por cegá-la, por essa razão recebeu o desprezo de seu pai e tornou-se vagabundo, beberrão, jogador e quase um pródigo.

Devemos amá-lo? É...  Causava um pouco de agonia no início por causa daqueles problemas com seus cobradores da jogatina, com seu vício e com aquele carro feio, enfim, aquela situação não me prendia, ainda bem que se resolveu até que rápido, e o lado bom que ele ficou mais esperto depois que saiu da prisão, parou de sofrer com seu complexo de culpa, rodou a baiana na empresa, surrou o irmão e o repórter corrupto, por essa razão receberá dois selos de Catarina de qualidade. :-)


    



Diana BrachoLeonora Navarro

 


Quem foi?
Protagonista da história, ingênua no começo, embora com certa dose aceitável, foi usada só para gerar uma criança e depois seria desprezada. Sofreu igual ressecado ao usar banheiro químico nas tentativas de recuperar sua dignidade.

Devemos amá-la? Sim, não foi uma mocinha tosca, acho que pecou só por não revelar de uma vez toda a verdade para o José Carlos, mas foi a primeira a fazer a Catarina recuar alguma vez na vida. Normalmente a gente se acostuma em ver a vítima pegar em armas logo de cara, mas refletindo melhor poucos fariam isso, pelo contrário até ficariam loucos. Ah, só lembrando que ela surtou, ficou num hospício se tratando por um ano, até pensou em suicídio. Protagonizou as cenas mais eletrizantes da novela quando dá a luz e foge da clínica da onde seu filho lhe foi tirado.


    



María RubioCatarina Creel de Larios













Quem foi? 
A matriarca da família incumbida de administrar todo o império após a morte (provocada por ela) de seu marido, casou-se com ele no passado quando tornou-se viúvo. Só conseguiu engravidar uma vez, e devido as circunstâncias de seu filho vir depois do enteado, viu-se ameaçada de Alexandre ser uma figura secundária, para tanto, culpou José Carlos de ter furado seu olho, e foi capaz de usar tapas olho pelo resto da vida, mesmo sem necessidade.

Devemos amá-la? Sim, e como, eu mesmo tenho um meme dela colado no meu guarda-roupa, hehe. Passava uma imagem de cidadã para a sociedade, entretanto essa mulher era muito má mesmo, até satanás pedia licença para abordá-la. Soraya Montenegro e Carminha curvam-se diante dela. O número de mortes provocadas por Catarina foi impreciso, pois quando ela mesma não matava, muitas vezes usando um sobretudo bem descolado e intimidador, dava ordens para fazer por ela, inclusive ela mesma foi vítima de si, pois suicida-se no final ao saber que matou o filho, a nora, piloto e co-piloto (por esses 3 ela não se importava) ao adulterar o combustível e somando-se ao fato de seus inúmeros crimes terem sido descobertos e estar encurralada. 
Fria, estilosa com seu tapa olho, com sua roupa de assassina, descobriu a farsa de Vilma e mesmo 'cega' ainda dirigia e perseguia quem lhe desafiava, atirava, envenenava, eletrocutava e protagonizou a cena de morte mais louca e interessante das novelas ao tirar a vida de Lucia, enfim, essa é a mãe dos malvadões.

Segue o link da tal morte, hehe:  https://www.youtube.com/watch?v=-eojDmEbxaA


         



domingo, 29 de março de 2015

Desabafo de quem foi ao DETRAN

Olha, eu juro que eu respiro fundo ao lembrar de detran. Eu me sinto um fantoche do sistema todas as vezes que infelizmente tenho que me submeter a isso que eles debocham chamando de atendimento. A última vez que fui deixou claro o quanto somos menosprezados pelos órgãos públicos, a burocracia é a porta da malandragem, das pequenas corrupções que se tornaram epidemia por essas terras. 
Eu cheguei nessa desgraça as 8:40, (é claro que esperei passar dos três meses, portanto da experiência no meu trabalho, porque você recém-contratado ter quer ficar 3 horas ausente, pq eu já imaginava, pega mal, isso que meu trabalho fica 5 minutos de distância) e só saí as 10:35hs.
Lá dentro eu passei por 5 lugares até que finalmente um atendente sabia realmente o que foi fazer lá, me ajudou, mas já chego lá no fim da história, ou não kkk. No 1°atendimento, um desgraçado me fez ir na última sala (estou resumindo), lá esperei, tomei 1 chá de cadeira sem açúcar, e ao ser atendido pelo aprendiz, este queria que eu fosse ao SETRAN (!), respirei fundo, e disse calmamente(sim, pq se vc levantar a voz, aí é que a pessoa te prejudica)que estava seguro q não devia ir lá. Enfim, depois que o 1° me 'atendeu', me dispensou e tive que esperar nas cadeiras, peguei outra senha, tomei outro chá, cortei os pulsos e vi aquele monte de computador inutilizado. Quando chegou minha vez, eu estava sofrendo por antecipação, imaginando alguém preguiçoso ou que fosse fazer algum procedimento errado me atender, e, não deu outra, um lixo de uma mulher 'me atendeu', estava mais perdida que surdo em jogo de bingo, e ficou solicitando ajuda de uma moça, mas esta não a atendeu de maneira suficientemente esclarecedora, aí essa vagabunda, me entregou os papéis e disse para eu ir em outro lugar ali dentro e falar com uma fulana. 
No meu pensamento eu já tinha dado duas voadoras nessa vaca, mas fui até lá, chegando lá  ̶s̶ó̶ ̶t̶i̶n̶h̶a̶ ̶m̶a̶c̶o̶n̶h̶a̶ ̶ kkk, adivinha, recusei o chá de cadeira, esperei (para variar), e ao ser atendido, evidentemente que a moça me orientou a voltar no mesmo lugar, pq era lá que o meu caso tinha que ser resolvido, e ainda disse que a funcionária me atendeu ̶i̶g̶u̶a̶l̶ ̶a̶ ̶b̶u̶n̶d̶a̶ nas coxas, e só queria me dispersar. Voltei lá naquela 'veia', e falei: 'Veia, a moça falou que era com a senhora mesmo. Ela me mandou aguardar.
Nisso eu reparei outra conduta que só gera atraso e aborrecimentos, mas dessa vez causada por quem está do outro lado da mesa, os atendidos. Uma mulher com uma mão no celular, e a senhora entregando a ela seus papéis dizendo o valor a ser pago, esta atendida, não se deu o trabalho de olhar para ninguém, já perguntou com aquela voz de cabra: 'Onde que eu pago?' 'Quanto eu p-a-g-o?', Até quando eu p-a-g-o?' A senhora já a dispensou dizendo e apontando no papel onde constava valores e datas, e disse para a quenga que era ali mesmo no banco, pq há um BB (com 1 operador de caixa, que quando sai para almoçar te deixa a ver navios). Aí eu ainda fitei essa idiota, pois ela não foi na fila do banco, e foi perturbar outra atendente, de certo para perguntar a mesma coisa, pois qdo a senhora lhe explicava ela ficava vendo f̶i̶l̶m̶e̶s̶ ̶p̶o̶r̶n̶ô̶s̶ ̶ conteúdos irrelevantes no whatsapp. Enfim, me atendeu outra vez, me pediu os papéis originais, eu insisti para que levasse as cópias, pq já temia que ela fosse ̶e̶n̶f̶i̶á̶-̶l̶o̶s̶ ̶n̶o̶ ̶r̶a̶b̶o̶ ̶ perdê-los, mas não teve conversa, entreguei os originais morrendo de medo de todo o meu esforço ser em vão. 
Quando ela voltou me disse que não sabia resolver, eu já evoquei uns 3 satanazes e perguntei quem sabia, se alguém sabia, porque até aquele momento eu já tinha virado uma peteca ali dentro. O atendente ao lado me disse que me atenderia, e me atendeu, em menos de 5 minutos ele finalizou, criticou a conduta dessa gente morosa e negligente e ainda me orientou a não entregar vias originais justamente para não sair no prejuízo.
 No fim, ele entregou um papel que devia ter uns 2 dedos de comprimento, rasgado na régua  com a numeração do meu protocolo. Meo, eu esperei horas para o fim ser esse?! Só tem funcionário mal treinado, e sem a menor vontade de aprender. Eu me senti usado por esse Estado explorador, feliz é o malabarista de trânsito, pq é livre, não passa por essas humilhações, não camela como eu, que trabalho, estudo, no fds, inglês, a noite academia, me estressando, vivendo sem dinheiro, pagando esse monte de tributos, para depois eu ser feito de trouxa. Feliz é o flanelinha, ganha sem tributar, não é incomodado, não é insultado por cliente, nem por autoridade, é livre, cabeça fresca, não vive por agradar ninguém, não é vítima de status. Como eu queria ser desapegado como eles.
Tentarei.

sábado, 11 de outubro de 2014

MGMT em São Paulo dia 1 no Campo de Marte, só vamos, não sei onde ficarei mas isso é o de menos. Pessoal do couch me ajuda aí, rsrs.
Nossa ouço essa quase todos os dias e ela ainda mexe comigo, isso há 5 anos!

domingo, 5 de outubro de 2014

eleitores

Há quem diga que se aprende por bem ou se aprende por mal. Não é o nosso caso!
Como é possível que não nos permitamos nem mesmo renovar? Como é difícil abrir os olhos!
Dá muita vontade de abandonar esse país, infelizmente não é tão fácil assim.